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Blog

14 de Janeiro de 2021

[NOTÍCIA] Tabela IR Pessoa Fìsica: Injustiça Tributária

Uma distorção desde 1996 na correção da tabela de imposto de renda penaliza trabalhadores e outras rendas (tais como aluguéis, pensões judiciais alimentícias, prestadores de serviços pessoa física, rendimentos recebidos do exterior, etc...)

Esta defasagem da tabela de imposto de renda chega a 113,09%, o que significa que o governo terá aumento de arrecadação, ou seja, aumento de impostos aos contribuintes.

Se analisarmos a inflação oficial, medida pelo IPCA (índice de preços ao consumidor amplo), temos a soma de 346,69% entre 1996 e 2020, assim o valor supera os reajustes nas faixas de cobrança de imposto de renda, que mesmo com reajustes neste período temos uma diferença considerável que pesa no bolso do contribuinte de 109,63%, obrigando a classe média a entregar aos cofres públicos uma fatia maior de seus rendimentos.

Além da injustiça recorrente dos governos anteriores, a meu ver maior injustiça é do atual Presidente, pois em sua campanha eleitoral foi o assunto pautado com recorrência no sentido de corrigir imediatamente esta injustiça tributária.

Pois bem, passamos dois anos de mandato, e os brasileiros continuam penalizados em seus rendimentos, mesmo num momento crítico de crise. Cabe uma reflexão aos governantes, com a correção da tabela sobraria mais renda aos contribuintes, que por obvio aumentaria poder de compra, que por sua vez geraria tributos em perceptual maior em virtude de toda cadeia tributária, então qual é a verdadeiro objetivo em manter a injustiça fiscal?

Texto por Marice Fronchetti.
Diretora da Proceconta.